A proposta do PIMRC é funcionar como uma arquitetura de integração: observar o processo de mudança ao longo do tempo e ajudar a organizar quais ferramentas terapêuticas fazem mais sentido em cada momento da dinâmica do paciente.
Isso é particularmente interessante em problemas marcados por repetição, automatização e recaída — como alcoolismo e outras adicções, compulsividades e alguns circuitos que podem contribuir para a manutenção de quadros depressivos. O mesmo princípio pode ser estudado em outros comportamentos recorrentes, desde que exista avaliação clínica apropriada.
Usamos cookies para analisar o tráfego do site e otimizar sua experiência nele. Ao aceitar nosso uso de cookies, seus dados serão agregados com os dados de todos os demais usuários.