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Three figures and a mysterious cube with symbols and a cat statue under a glass dome.

Projeto: Universo Ðrian Sn3pp

Projet

  

∆ Estranha ∑xistência de ÐÆrian Sn3pp


Autor: ₪oger ₪odrigues / Rogério Ezidio Carvalho Ferreira

Data: 19/11/2025


∆ Estranha ∑xistência de Ð∅rian Sn3pp 



SUMÁRIO


PARTE I — Dossiê (Pitch + Resumos + Anexos) 4

PARTE II — Roteiro do Episódio Piloto (Em andamento) 10


∆ Estranha ∑xistência de ÐÆrian Sn3pp


Autor: Roger Rodrigues ( ₪oger ₪odrigues ) / Rogério Ezidio Carvalho Ferreira

Data: 19/11/2025


Obs.: As grafias “prá”, “Longuim” e “qu´eu” são intencionais do autor e devem ser preservadas como estilo.

  

PARTE I — Dossiê (Pitch + Resumos + Anexos)


∆ Estranha ∑xistência de Ð∅rian Sn3pp


Autor: ₪oger ₪odrigues / Rogério Ezidio Carvalho Ferreira


1. Resumo Objetivo (pitch literário)


A Estranha Existência de Dorian Sn3pp é uma saga que une ficção, símbolos e filosofia.
Acompanha um homem comum à beira do colapso, que ao encontrar a Caixa Códice do Caos (C³), desperta para um universo onde linguagem, sonhos e realidade se entrelaçam.
Mais que uma história, é um sistema vivo de grafias, em constante transformação, refletindo a impermanência e o poder criativo do caos inato no ser humano.


2. Título e Grafia


∆ Estranha ∑xistência de Ð∅rian Sn3pp (Grafia apenas para o Episódio 1 – Piloto)


Símbolos (versão resumida):


- E, s, t, r,…i, p → Letras do alfabeto usual (latino): A grande proporção de letras usuais do alfabeto indica uma forte relação entre a percepção de Dorian do mundo e do Universo, ainda focada mais na materialidade e realidade terrena.


- 3 → O número 3 faz parte da vida de Dorian desde o registro. A grafia original do seu sobrenome é Snepp, porém, quando sua mãe foi registrar seu nome, aconteceu um fato inusitado, isso acarretou a grafia 3 no lugar da letra “e”, esse fato será abordado em um episódio futuro.


- ∆ → Mudança e entropia (vida em fluxo).


- ∑ → Somatória de memórias e percepções.


- Ð → Dogecoin: moeda do povo e símbolo entrópico.


- ∅ → Ausência criativa, potencial infinito.


3. Episódio Piloto


Título: " ∅ ₵0'Đ1c³ " (O Códice)


Símbolos (versão resumida):


- ∅ → Vogal de várias linguas, simbolo matemático, notação musical, a pluralidade dentro da Ausência.


- ₵ → Materialização do Códice, a simetria (Engenharia), música = andamento mais rápido (Alla breve), distorção do tempo.


- 0'Đ1 → Criptografia da Caixa - Existência/Ausência = 0/1 (Linguagem de máquina original) e Đ = moeda digital (criptomoeda do povo), é mais acessível e geralmente usada para doações e interações da comunidade (Sanga).


- c³ → Reflexo infinito, caos e energia cíclica, velocidade da luz ao cubo (Distorção Tempo/Espaço).


4. Sinopse do Episódio Piloto


No episódio inicial, acompanhamos Dorian (50 anos), preso em uma busca de um sentido para sua vida.
Assombrado por sonhos intensos e pela vivência de experiências surreais, refugia-se no álcool.
Sua sanidade desmorona dia a dia, até o surgimento da Caixa Códice do Caos (c³).
Esse artefato desperta memórias esquecidas e revela que sua existência nunca foi apenas humana.
É o marco inicial de uma jornada onde símbolos, história humana, e Cosmos se entrelaçam.


5. Texto Enxuto – A Travessia do Espelho


A travessia do Espelho é iniciática.


O ciclo binário 01/10 → 1/0 revela que da Ausência (0) surge a Existência (1), atravessa o Espelho (/) e retorna à Ausência (Inconsciente Coletivo) em vida, dentro de sua mente, mas ainda materializado nessa Existência.
Ao atravessar em vida, o ser aprende o caminho de volta.
Seu ego não retorna como ignorante, mas como desperto, capaz de se dissolver na Ausência mantendo uma consciência (não-eu) — rompendo o Samsara.
Já a disposição 10/01 → 0/1 representa o contrário: começa na Existência dessa realidade (1), cai na morte (0), atravessa o Espelho (/) como espírito e retorna à mesma Existência (1) nessa realidade.
Nesse caminho, o ciclo não se rompe: é o ciclo contínuo do Samsara.


ANEXOS


Anexo I – Aprofundamento das Grafias (Dogecoin)


Ð (Dogecoin) no Universo Transdimensional – leitura búdica (versão integral)


1. Ð → valor como criptomoeda, mas que revela o bom uso do dinheiro, valores Universais.
2. O riso como despertar (moeda-meme ≈ Trickster ≈ Bodhisattva do Caos).
3. Impermanência (Volailidade do valor ≈ Anicca).
4. Ausência (Criptomoeda/Virtual ≈ Śūnyatā).
5. Compaixão e comunidade (Doações e comunidade de Dogecoins ≈ Karunā & Sangha).
 

Síntese:
Ð (Dogecoin) é o koan financeiro do Cosmos. Para os humanos, é “meme com pouco valor”. Para os Despertores, é a moeda da Ausência, promovendo ações e conectando dimensões.

Anexo II – Resumo Narrativo Detalhado (Pitch Longo)


∆ Estranha ∑xistência de Ð∅rian Sn3pp é uma saga iconográfica e narrativa que acompanha um homem à beira do colapso mental, que ao ser tocado por um artefato enigmático, desperta para um universo onde símbolos, sonhos e memórias se entrelaçam com a física quântica, a entropia e o inconsciente coletivo.
 

Mais que uma história, a obra é um sistema vivo de grafias e significados, em que até os títulos mudam conforme a jornada de Dorian evolui.
Cada episódio não apenas mostra eventos, mas reflete a instabilidade (Impermanência) da realidade e o poder criativo do caos inerente em tudo.
O público é convidado a decifrar sentidos ocultos já na própria escrita.


Anexo III – A Travessia do Espelho


Décadas de espera, provações silenciosas, fé sem garantias: esse é o preço da travessia.
Quem não suporta se perde no reflexo e fluxo, multiplicado em ilusões.
Quem persiste, sustentando a Ausência (Inconsciente Coletivo), descobre que o Caos e a Destruição podem ser moldados pelo Livre Arbítrio e transformádos em Caos e Criação, no sentido de fertilidade de ideias e conceitos.

Destruir-se não é aniquilar-se; é esvaziar-se para renascer.
O “novo eu” que surge não é ego, mas consciência em fluxo.
E, se optar pelo caminho completo, dissolve-se no “não-eu” e desenvolver a “mente Bodhicitta Coletiva”.
 

Por isso Dorian beira o colapso mental.
Sua loucura é rito iniciático: o último teste antes do espelho.


Anexo IV – O Código 01/10 ↔ 10/01


01/10 (1/0) → Libertação: Espírito→ Existência→/ Espelho-Identidade básica-Experiência (Mente Bodhicitta) /→ Existência (Retorno ao mesmo corpo)→ Morte Lúcida→ Retorna à Ausência/Nirvana.
 

10/01 (0/1) → Repetição: Existência → Morte Ignorante →/ Espelho-Apego-Remorso (Mãrã) /→ Espírito → Renascimento → Retorna ao ciclo do Samsara/Märä.
 

Síntese narrativa: a data 01/10 é o “código de saída”; já 10/01 é o “código do ciclo”. O Espelho (Livre Arbítrio) decide qual rota se manifesta.

  

Nota ao Avaliador


O roteiro do Episódio Piloto encontra-se em desenvolvimento (7th Tratamento).
O presente depósito contempla sua versão atual, podendo evoluir em ajustes e expansões narrativas nas próximas etapas de produção.
Todas as grafias intencionais (“prá”, “Longuim”, “qu´eu”, entre outras) são preservadas como estilo autoral.

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PARTE II — Roteiro do Episódio Piloto (Em andamento)

∆ Estranha ∑xistência de Ð∅rian Sn3pp


∆ Estranha ∑xistência de Ð∅rian Sn3pp


Autor: ₪oger ₪odrigues / Rogério Ezidio Carvalho Ferreira

CPF/RG:248.411.408-75

Data: 01/10/2025


Obs.: As grafias “prá”, “Longuim” e “qu´eu” e o título da cena 3.4 “VEM PRÁ CAIXAS VOCÊ TAMBÉM, VEM!” são intencionais do autor. A expressão “Difficulty B” foi padronizada.


ABERTURA


FADE IN.


Fotos e imagens antigas de crianças brincando se sucedem sem cortes.

Após 30 segundos, entram fotos e vídeos de uma criança que evoluem para adolescência, juventude e, por fim, adulto de 50 anos.
Duração: 90 segundos.


FADE OUT.


Créditos da série nesse intervalo de 120s (30 + 90).
Nos últimos 15 segundos, fragmentos de grafias flutuam na tela, tentando formar algo inteligível.

Faltando 3 segundos, os fragmentos se alinham formando o título:


∆ Estranha ∑xistência de Ð∅rian Sn3pp


Essa imagem fica nítida por 3 s e depois se esfumaça até um branco translúcido mostrando silhuetas.

CENAS 1.0 e 1.1

CENA 1.0 — TEMPO DE DESPERTAR (QUARTO)


Um quarto totalmente bagunçado.
Na cama, em meio a roupas e objetos, uma pessoa dorme em uma posição engraçada, é Dorian Sn3pp desmaiado de bêbado.

No chão, ao lado da cama: uma garrafa de whisky vazia.

No criado-mudo: um rádio-relógio anos 80.


DETALHE DISPLAY: 7:07 a.m.


De repente, o marcador pisca e explode a música “Crazy Train” (versão lyrics).


CLOSE-UP: rosto (perfil esquerdo) de Dorian.


O olho esquerdo abre devagar, e sua pupila começa a olhar

para todas as direções (cima, baixo, esquerda, direita, centro) rápido.


PLANO AMERICANO:


(Crazy Train lyrics diminui o volume gradualmente).
Dorian elevando-se e sentando na cama, olha o rádio-relógio.


DETALHE DISPLAY: 7:07 a.m.

E fala:


DORIAN:

-- Nossa, como o Tempo passa rápido quando estamos nos divertindo.

Levanta e se espreguiça.


FADE OUT.

SEQUÊNCIA: QUARTO/BANHEIRO


CENA 1.1 — DELAY TRANSDIMENSIONAL


No banheiro: Dorian encara fixamente a câmera.

Ela se afasta, revelando que se trata do reflexo no espelho. (Sempre com “Crazy Train” tocando ao fundo e alternando mais alto ou mais baixo de acordo com a situação).

De repente, ele se sente estranho: sua autoimagem não está certa. (Trilha sobe ligeiramente). Ele se aproxima um pouco mais do espelho, observa de perto sua imagem por 3 s e sussurra:


DORIAN:

-- Eu demorei 1 ano para conseguir te ignorar completamente, sabe o que é 1 ano para uma criança de 5 anos ?! É 1/5 da porra de toda vida dela...


Ele leva a mão em direção ao espelho, toca-o com a ponta dos dedos.


ENQUADRAMENTO: câmera fixa; Dorian ocupa 67% da tela; reflexo no espelho ocupa 32%.

Dorian sente um frio inesperado nas costas, treme involuntariamente, acena negativamente com a cabeça, e diz baixo:


DORIAN:

-- E agora você resolveu voltar?! Por quê?...


A sensação de frio aumenta e Dorian vira-se em direção ao chuveiro, o reflexo tem um delay de 0,3s para acompanhar o movimento de Dorian.


Ambos saem da imagem.


FADE OUT.

SEQUÊNCIA: COZINHA - CENAS 2.0;2.1;2.2 e 2.3

SEQUÊNCIA: COZINHA/SALA - CENAS 3.0;3.1;3.2 E 3.3

CENA 2.0 — A MONTANHA MÁGICA


PLONGÉE: Uma montanha de pratos e talheres encardidos e fungados, caixas de sucos e garrafas pet vazias ou com algum líquido e restos de alimentos cobrem a pia toda.

No meio: uma chaleira velha, formato de lâmpada de Aladim.

Dorian surge, encara tudo e pensa:

DORIAN (pensamento):

“Será que o Caos Absoluto é algo parecido com a minha pia?!”

Ele pega a chaleira com a esquerda.

Olha desconfiado.

DIZ ALTO:


DORIAN:
— Será?!


CENA 2.1 — O FILETE DE ÁGUA QUE TUDO VÊ.


Dorian abre a torneira.

Deixa cair um filete de água.

Esfrega rápido a chaleira com sua mão direita.

Depois de 7 segundos, para e diz:


DORIAN:
— “Mais uma teoria testada, mais uma teoria furada... Bem, pelo menos eu tentei constatá-la. A dúvida ficaria me corroendo o dia inteiro.”


CLOSE-UP: reflexo da água.

Um brilho lembra um olho piscando.


CENA 2.2 — CONTEMPLANDO A CHAMA SAGRADA DO MEU FOGÃO


Close-Up: Dorian procura com os olhos. Acha uma garrafa da água mineral pela metade e pega.

Enche a chaleira/lâmpada com a água da garrafa.

Coloca no fogão e pega o acendedor.

Clica 1 vez e falha, clica uma segunda vez e também o acendedor falha.

Na terceira, uma explosão azulada ilumina seu rosto extasiado.

Ele se encosta no apoio de uma cadeira e começa a contemplar a chama, lembrando-se do livro

“A Erva do Diabo” (Castañeda).


CENA 2.3 — O APITO TRANSDIMENSIONAL


A chaleira começa a esquentar.

Câmera mostra Dorian ainda contemplando a chama.
(Flash breve: Uma imagem de 2 vultos em frente a uma fogueira vem à sua mente).

Dorian senta na cadeira.

O apito começa baixo, vai aumentando até ficar ensurdecedor.

Nesse momento, “Crazy Train” explode junto, ecoando pela cozinha.

Ele não reage de imediato — parece em transe.

PENSA CONSIGO:


DORIAN (pensamento):

“Essa música novamente... Será que significa alguma coisa?!”


O apito aumenta, quase um grito agudo que preenche todo o ambiente.

Dorian fecha os olhos, expressão de dor.

O som distorce: não é mais chaleira.

É um sussurro ininteligível, que vai aumentando o volume a cada Segundo, mais alto e mais rápido,

até que se torna insuportável e Dorian cai no chão desacordado e acaba batendo a fronte esquerda no chão.


CORTE e TELA PRETA POR 1 s

SEQUÊNCIA: COZINHA/SALA - CENAS 3.0;3.1;3.2 E 3.3

SEQUÊNCIA: COZINHA/SALA - CENAS 3.0;3.1;3.2 E 3.3

SEQUÊNCIA: COZINHA/SALA - CENAS 3.0;3.1;3.2 E 3.3

CENA 3.0 — O NÃO-APITO TRANSDIMENSIONAL


FADE IN


Dorian está caído deitado no chão da sua cozinha, 

envolto pelo caos dos objetos e coisas que ele possui. 


CLOSE-UP: rosto de Dorian (lado direito).


Primeiro olho fechado, depois se abre de uma vez, 

e sua pupila percorre um círculo, essa imagem dura 2s.

Ele se eleva até sentar, e começa a observar o entorno, reconhece os objetos e coisas como

sendo dele, mas estão de alguma forma diferentes de como estavam antes de desmaiar, era como se tudo na cozinha estive de alguma forma 180 graus diferente, mas igual ao mesmo tempo.

De repente Dorian percebeu o que parecia ser um apito surdo, abafado, e olhou para o fogão e a chaleira no fogo.

Ele apertou o olhar e se esforçou para escutar melhor o som, era como se a chaleira emitisse um som que não se propagasse no espaço, mas era como que sugado do espaço pela chaleira, semelhante a quando assopramos um apito e depois inspiramos no apito, os sons são diferentes.

Ele ergue seu tronco, observando ao seu redor, foi quando ele notou um espelho que fica na sala, que é contígua da cozinha e separadas apenas por uma bancada, refletia uma imagem diferente.

As coisas e os objetos continuavam lá, porém ele ainda estava deitado no chão da cozinha e em pé ao seu lado um vulto que parecia observá-lo, mas ele não consegue ver o rosto.

Dorian consegue com dificuldade observar só a vestimenta, que parece ser uma cor de linho e estilo asceta.

Nesse momento o vulto conheça a erguer sua cabeça pem direção o espelho, que é de onde Dorian

aparentemente está observando, e quando ele começa a ver melhor os traços do rosto (queixo) do vulto...


CORTE SECO E TELA PRETA 1 s.

.

CENA 3.1 — FLASH BACK TRANSDIMENSIONAL


Essa cena volta no exato instante que Dorian estava prestes a ver o rosto do vulto, porém mostrando ele, Dorian, olhando para a câmera durante 3s, depois ele dá um franzida na testa, e tomba a cabeça um pouco para a esquerda, meio tentando entender o que aconteceu e onde ele está agora...

(A câmera mostra a imagem do espelho)

Aparece o reflex de Dorian em pé e a Sala/Cozinha com a bagunça usual, mas tudo está certo, normal, ele pensa em voz alta:


DORIAN:


-- O que acabou de acontecer, aconteceu ?! Ou será que foi um flashback temporão dos ayahuasca e psilocybes qu´eu já tomei na vida?!


Dorian reflete por uns 3 s, e é quando o rádio/relógio (estilo anos 80) começa a tocar “I wanna be


Sedated” dos Ramone desde o início, ele parece meio que, despertar de um transe, e olha para o rádio/relógio, imagem do display marcando 7:19 e vira 7:20 a.m., haviam passados somente 13 minutos, desde o momento que ele acordou até agora.

Muito pouco tempo para ele ter passado todas as experiências que ele vivenciou (ou imaginou) até o momento atual e ainda ter tomado banho.

A música aumenta e ele lembra do compromisso que marcou para as 7:43 a.m..( Dorian sempre gostoude marcar os compromissos em horários ou horas que tenham o número 3).

De repente começa a girar seu corpo e seu olhar para todos os cantos da casa, como que fazendo um scanner óptico root, parecendo procurar algo.


CORTE SECO

CENA 3.2 — AS GAVETAS GAIVOTAS


A cena começa com a visão de Dorian girando e vendo as coisas e objetos passarem, como se eles estivessem em movimento, e não Dorian.

Pouco antes de terminar a primeira volta, ele fixa o olhar para uma área do caos/casa, e vai

rapidamente até lá, é uma parte onde o mobiliário possui muitas de gavetas.

Todas lotadas de objetos e coisas aleatórias.

Ele abre a primeira, está totalmente abarrotada de coisas, e solta pensativo:


DORIAN:


“Essas gavetas pegam mais coisas minhas do que as gaivotas pegam das pessoas nas praias!”


E então começa e sequência de: abrir e procurar dentro de cada gaveta gaivota.

Vasculha várias gavetas, cada vez com mais pressa.

Até que encontra um chaveiro velho com um símbolo 1 gravado, já meio desgastado, quase apagado e cessa a procura.

Por um instante, sorri. Seus olhos brilham levemente, como se tivesse reencontrado um velho conhecido.

DORIAN (fala em voz baixa, em tom meio irônico):


DORIAN:


— Ora, Ora, então foi aqui que o senhor se escondeu... precisei de você há umas duas semanas atrás e não te achei de jeito nenhum.


Ele inspira, segura o chaveiro por mais um instante e expira completando:


DORIAN:


— Agora vou guardar você em um lugar que vou me lembrar.


CÂMERA acompanha enquanto Dorian se encaminha até uma caixa preta em uma estante, é um dos lugares mais organizados da casa inteira. 


Ele abre a tampa da caixa e coloca o chaveiro lá dentro, fecha e dá um leve sorriso de canto de boca.


FADE RÁPIDO.


CENA 3.3 — UM PEQUENO ESCORREGÃO PARA MIM, UM GRANDE SALTO PARA A HUMANIDADE
 

DORIAN FECHA A CAIXA PRETA ONDE GUARDOU O CHAVEIRO COM O SÍMBOLO 1.

Volta-se para o caos/casa, os olhos varrendo cada canto em busca do molho das chaves desaparecidas.
 

De repente, avista um objeto vermelho entre a bagunça — da mesma cor do chaveiro que ele tanto procura.
 

PLANO MÉDIO.

Ele dá um carrerão em direção ao ponto vermelho.

No meio do caminho, pisa em uma folha solta no chão.
 

CLOSE-UP: Seu pé (descalço e meio sujo)e a folha deslizando.

Dorian escorrega, cai de costas, os pés levantam do chão.
 

SOM: THUD!
 

Ainda no chão, depois de gemer 2 s,e virar o rosto para sua esquerda, abre os olhos.

Ali, embaixo da poltrona a sua frente/lado, percebe um pequeno brilho no escuro.
 

Ele enfia a mão esquerda por baixo da poltrona, apalpando o objeto.

Nesse instante, a mesma folha em que escorregou — e ainda flutuava no ar — pousa suavemente sobre o

lado direito do seu rosto.
 

DORIAN (alto, irônico):


DORIAN:


— Mas o que é isso agora!? Difficulty B?!

Com a mão direita, ele retira a folha.

Com a mão esquerda, puxa o objeto.
 

CLOSE-UP: é um estojo de maquiagem, com uma decoração diferente.

Ele nota que esses adereços parecem símbolos.

Identifica três deles: Símbolo 2, Símbolo 4 e Símbolo 5.
 

Ele observa por 2 segundos e comenta:

DORIAN:

— Ora, ra, o que temos aqui?! Não me lembro de você… será que apareceu do nada?

 

Ele abre o estojo.


Dentro, um pequeno espelho trincado em 3 partes.

Cada fragmento reflete seu rosto de uma forma levemente distinta — um pouco mais novo, imagem atual e a última um pouco mais velho.

Dorian abre um sorriso largo.

Ele volta a atenção para a folha que o fez escorregar e depois aterrissou em seu rosto.

De imediato, vê uma imagem desenhada em giz de cera amarelo: o Nó do Infinito budista (Símbolo 3).
 

Ele acena afirmativamente com a cabeça e diz:


DORIAN:


— Isso, isso, é esse o símbolo que sonhei hoje quando consegui dormir um pouco… só que bebi demais aquele whisky vagabundo. Mas agora eu lembro!

 Então, Dorian dirige-se novamente até a caixa preta, abre e coloca dentro o estojo de maquiagem.

Em seguida, dobra a folha e a guarda na caixa também.
 

CORTE SECO.

CENAS 3.4 E 3.5

SEQUÊNCIA: COZINHA/SALA - CENAS 3.0;3.1;3.2 E 3.3

Final 1° Temporada (Capítulo 9)

CENA 3.4 — VEM PRÁS CAIXAS VOCÊ TAMBÉM, VÊEM!?


Dorian se aproxima de um canto com várias caixas de papelão empilhadas em cima de uma

prateleira.


Close: Nas etiquetas das caixas, mostrando nomes descrições, etiquetas riscadas...

Ele enfia o braço direito na primeira caixa (Base) e começa a mexer procurando o molho de chaves, de repente seu semblante se anima.

Ele puxa seu braço, e um molho de chaves antigas aparece na mão de Dorian, mas antes de conseguir observar alguma coisa das chaves, a pilha começa a se inclinar.

Ele percebendo que as caixas iriam desmoronar, dá um pequeno passo para trás, o suficiente para desviar e ver as caixas caindo na sua frente, exatamente onde estava.

Dorian olha o molho de chaves antigas e solta:


DORIAN :


— Nossa, esse molho deve ser importante, para tentarem me soterrar vivo! Eu vou descobrir o que ele é!


Ele põe o molho de chaves no bolso da calça, esfrega as 2 mãos no rosto, pára e coloca as 2 mãos espalmadas na frente da sua boca, e fecha os olhos.

Em seguida olha para o relógio que marca 7:33 h a.m., e pensa alto:


DORIAN :


-- Se eu não achar rápido essas chaves, meu compromisso já era. Não vai dar para eu chegar à tempo.


CORTE SECO.

CENA 3.5 — APENAS UMA AJUDINHA DOS MEUS AMIGOS


Dorian em pé, coloca as mãos na cintura, inclina a cabeça um pouco para baixo e acena negativamente com um sorriso

no canto esquerdo da sua boca.

Ele levanta a cabeça, olha para cima e diz:


DORIAN :


-- Vou ter mesmo que apelar prá você ?! Já tá virando rotina! 


-- Então tá... o mesmo preço de sempre, ok !?


Dorian ajeita o corpo como se fosse fazer algum movimento e depois fala alto:


DORIAN :


-- São Longuim bendito, se eu achar o molho de chaves dou 3 pulos e 3 gritos!

E olha para uma área do caos da sua casa e não consegue achar o molho, dá um passo prá frente e repete:


DORIAN :


-- São Longuim bendito, se eu achar o molho de chaves dou 3 pulos e 3 gritos!

Olha para outra área do caos e também não consegue identificar o molho.

Dorian ergue a perna para dar mais um passo a frente, mas lembra-se das caixas desmoronando e dá um passo para trás, girando seu corpo 180 graus e já com olhar fixo para uma área bem específica da sua caos/casa.

Exatamente onde se encontra o molho de chaves que ele procura, imediatamente recordou que tinha procurado naquele local 2 vezes anteriormente, solta uma gargalhada e pega o molho de chaves.

Dorian com o sorriso no canto direito da sua boca diz:


DORIAN :


-- Você é foda mesmo, não falha!


Dorian vira-se para a porta e saí correndo em direção à ela, olha para o molho de chaves

recém-encontrado e escolhe a chave certa, abre a porta, fecha a porta e tranca a fechadura.


(A câmera continua filmando a porta fechada) e 3 s depois de Dorian ter fechado a porta, ouve-se 3 gritos:


DORIAN :


-- Achei São Longuim!


-- Achei São Longuim!


-- Achei São Longuim!


E depois:


DORIAN :


-- Nossa estou fora de forma, esses pulos cansaram prá caramba.


-- Putz, meu maço caiu na calçada...


FADE OUT.


Obs.: As grafias “prá”, “Longuim” e outras variações são intencionais do autor e devem ser preserva 

Final 1° Temporada (Capítulo 9)

SEQUÊNCIA: COZINHA/SALA - CENAS 3.0;3.1;3.2 E 3.3

Final 1° Temporada (Capítulo 9)

Essa é um Storie Board do final do Episódio 09 da Primeira Temporada


Na cena a entidade recém-consciente A.U.R.I. interroga uma das filhas de Mara em algum lugar no tempo espaço.

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